A Free Template From Joomlashack

INFO SBC

XXXIV ENCONTRO DOS SERVIDORES DOS TRIBUNAIS ECLESIÁSTICOS DO BRASIL João Pessoa – Paraíba, 4-9 de julho de 2016

Ritos das Igrejas orientais

Comunidade Online

Nós temos 31 visitantes online

Contatos

Envie artigos, sugestões:
sbc@infosbc.org.br

Diretoria 2014-2017


Presidente
Côn. Carlos Antônio da Silva

Vice-Presidente
Pe. Celson Altenhofen, SCJ

Secretário-Geral
Dom Hugo da Silva Cavalcante, OSB

Tesoureira
Drª Sueli Almeida de Oliveira

Apoio
 
 

Estudo

CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO

Catecismo

Oração

Busca Interna

Enquete

II DOMINGO DO ADVENTO

Neste tempo de Advento, enquanto nos preparamos para celebrar o grande mistério da Encarnação de Jes...

Notícias | Info SBC Informativo | Sexta, 2 Dezembro 2016

Leia Mais

Previsões natalinas

Esse tema toca profundamente a cultura capitalista, porque o tempo de Natal tem sido marcado pela f...

Notícias | Info SBC Informativo | Terça, 29 Novembro 2016

Leia Mais

Advento e Natal

As vitrines das lojas já começam a apresentar brilhos com enfeites de Natal. O comércio se prepara ...

Notícias | Info SBC Informativo | Quarta, 23 Novembro 2016

Leia Mais

CARTA APOSTÓLICA MISERICORDIA ET MISERA DO SANTO PADRE FRANCISCO

CARTA APOSTÓLICA MISERICORDIA ET MISERA DO SANTO PADRE FRANCISCO no término do jubileu extraordin...

Notícias | Info SBC Informativo | Quarta, 23 Novembro 2016

Leia Mais

Justiça, amor e paz

São três palavras desafiantes, mas essenciais para construir o reinado querido por Deus. O bom rei ...

Notícias | Info SBC Informativo | Qui, 17 Novembro 2016

Leia Mais

XXXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM – C – É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!

Lc 21,5-19 Meus caros irmãos e irmãs, Estamos prestes a concluir o ano litúrgico e bem às portas d...

Notícias | Info SBC Informativo | Sexta, 11 Novembro 2016

Leia Mais

CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

Instrução Ad ressurgendum cum Christo, a propósito da sepultura dos defuntos e da conservação das ...

Notícias | Info SBC Informativo | Sexta, 11 Novembro 2016

Leia Mais

A Renovação Carismática 22 anos depois do documento 53 da CNBB

Em 1994, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou normativa intitulada “Orientaç...

Notícias | Info SBC Informativo | Quarta, 9 Novembro 2016

Leia Mais

A nota da CNBB sobre a PEC 241

Queridíssimos confrades da SBC. Neste comenos, disserto mui laconicamente sobre a harto equivocada ...

Notícias | Info SBC Informativo | Quarta, 9 Novembro 2016

Leia Mais

A resistência

Quando uma determinada força se opõe a outra e nunca desiste, damos o nome de resistência. Em 11 de...

Notícias | Info SBC Informativo | Segunda, 7 Novembro 2016

Leia Mais

Carta aberta a dom Raymundo Damasceno sobre os esclarecimentos do Santuário de Aparecida a respeito da “homenagem” à mãe de Deus em desfile do carnaval de 2017

O padre-reitor do Santuário Nacional de Aparecida postou na Internet alguns esclarecimentos acerca ...

Notícias | Info SBC Informativo | Segunda, 7 Novembro 2016

Leia Mais

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS Mt 5,1-12 Meus caros amigos A solenidade de todos os santos, que ce...

Notícias | Info SBC Informativo | Segunda, 7 Novembro 2016

Leia Mais

XXXI DOMINGO DO TEMPO COMUM – C – O encontro de Jesus com Zaqueu

Lc 19, 1-10 Caros irmãos e irmãs, Para este domingo, logo na primeira leitura, tirada do Livro da ...

Notícias | Info SBC Informativo | Qui, 27 Outubro 2016

Leia Mais

Curso Bispos organizado pela Rota Romana

Clique para mais informações...

Notícias | Info SBC Informativo | Terça, 25 Outubro 2016

Leia Mais

Zaqueus da vida

A palavra Zaqueu significa puro, justo. A Sagrada Escritura fala de Zaqueu, o responsável pela ...

Notícias | Info SBC Informativo | Terça, 25 Outubro 2016

Leia Mais

Escolhas na vida

Existe uma infinidade de situações em que o indivíduo precisa usar de capacidade para escolher ...

Notícias | Info SBC Informativo | Sexta, 21 Outubro 2016

Leia Mais

A redescoberta

Perpassando pela história do Brasil e identificando seus percalços, os altos e baixos, estamos sempr...

Notícias | Info SBC Informativo | Segunda, 10 Outubro 2016

Leia Mais

XXVIII - DOMINGO DO TEMPO COMUM – C – A cura dos dez leprosos

Lc 17,11-19 Meus caros amigos, A leitura do Evangelho deste domingo, narrado pelo evangelista São ...

Notícias | Info SBC Informativo | Sexta, 7 Outubro 2016

Leia Mais

A gratidão

Há uma corrida das pessoas para a realização de seu bem- estar. É uma realidade que se funda na cul...

Notícias | Info SBC Informativo | Segunda, 3 Outubro 2016

Leia Mais

XXVII - DOMINGO DO TEMPO COMUM – C – A fé como um grão de mostarda

XXVII - DOMINGO DO TEMPO COMUM – C – A fé como um grão de mostarda Lc 17, 5-10 Meus caros irmãos e...

Notícias | Info SBC Informativo | Sexta, 30 Setembro 2016

Leia Mais

More in: Notícias

-
+
20
Escolhas na vida PDF Imprimir E-mail
Escrito por Info SBC Informativo   
Sex, 21 de Outubro de 2016 08:58

Existe uma infinidade de situações em que o indivíduo precisa usar de capacidade para escolher e sustentar os objetivos da opção. Ao lado do que escolhe existem outras situações, também atraentes, e às vezes melhores, que chegam a confundir a cabeça das pessoas. Não há como seguir todos os caminhos, porque senão, não se chega a nada e a vida fica vazia e totalmente sem sentido.

Última modificação em Sex, 21 de Outubro de 2016 09:06
Leia mais...
 
A gratidão PDF Imprimir E-mail
Escrito por Info SBC Informativo   
Seg, 03 de Outubro de 2016 13:02

Há uma corrida das pessoas para a realização de seu bem-

estar. É uma realidade que se funda na cultura da concorrência, no

endeusamento do mercado, do consumismo quase descontrolado e

de um futuro incerto. Isso tudo mexe com a população brasileira

mergulhada no monstro do desemprego, que afeta milhões de

trabalhadores e deixa a gratidão numa penumbra de escuridão.

A expressão “por gentileza”, quase comum nos tratamentos

formais entre as pessoas, faz parte do calendário de relacionamento

comercial. Além da força de atração aí contida, revela também uma

atitude de agradecimento pelo atendimento nas tratativas que fazem

parte do envolvimento. A gratidão tem dimensão de espiritualidade e

eleva, e muito, a identidade e a personalidade da pessoa.

A ingratidão descaracteriza a imagem do indivíduo. É atitude

de quem desconsidera o valor do semelhante e também do benefício

recebido. Foi o que aconteceu no tempo de Jesus. Dez leprosos foram

curados de suas lepras e apenas um voltou para agradecer (Lc 17,11-

19). Ele era um estrangeiro, diferente dos demais que viram no bem

recebido como se fosse um direito, e que não precisavam agradecer.

A prática da gratidão é um dom espetacular. Por costume, a

Deus pedimos muito e agradecemos pouco. Alguma coisa deve ser

dada em troca dos benefícios recebidos, entre eles, o dom da vida, a

natureza, os alimentos, os amigos. Há uma infinidade de coisas que

nos são dados gratuitamente e passiveis de agradecimento. Podemos

até dizer que a gratidão é um gesto de justiça para com o outro.

A gratidão e o louvor estão interligados. É nesse contexto

que descobrimos o sentido do domingo, Dia do Senhor, dia de louvar

e agradecer a Deus pelos bens gratuitamente concedidos. Mais do

que um preceito, a celebração dominical expressa um coração

agradecido. Para os católicos, a Eucaristia significa “ação de graças”,

ação de louvor pelos benefícios recebidos durante a semana.

Na prática política, o interesse e os compromissos que a

pessoa eleita, com determinação realiza pelos eleitores, expressa

uma atitude de gratidão. Podemos dizer que a gratidão acontece

também no trabalho realizado com responsabilidade. A gratidão é

diferente de querer levar vantagem nas coisas. Muitas lideranças

somem das comunidades e nem voltam para agradecer.

Dom Paulo Mendes Peixoto

Arcebispo de Uberaba.

Última modificação em Seg, 03 de Outubro de 2016 13:03
 
XXVII - DOMINGO DO TEMPO COMUM – C – A fé como um grão de mostarda PDF Imprimir E-mail
Escrito por Info SBC Informativo   
Sex, 30 de Setembro de 2016 13:21

XXVII - DOMINGO DO TEMPO COMUM – C – A fé como um grão de mostarda

Lc 17, 5-10

Meus caros irmãos e irmãs,

Todos os textos da liturgia deste domingo nos falam sobre a fé, que é o fundamento de toda a vida

cristã. Lançando um olhar para o Evangelho, encontramos um pedido feito pelos apóstolos a Jesus:

“Aumenta a nossa fé!’ (Lc 17,5-6). E o Senhor responde: “Se vós tivésseis fé, mesmo pequena como um

grão de mostarda, poderíeis dizer a esta amoreira: ‘Arranca-te daqui e planta-te no mar’, e ela vos

obedeceria” (v. 6).

Sem responder diretamente ao pedido dos apóstolos, Jesus recorre a uma imagem paradoxal para

expressar a incrível vitalidade da fé. Com isto, podemos dizer que a fé, mesmo que seja em pequena medida,

é capaz de realizar coisas impensáveis, extraordinárias, como erradicar uma árvore frondosa e transplantá-la

no mar. É suficiente ter um pouco de fé, mas precisa ser verdadeira, sincera.

A fé do cristão envolve uma escolha concreta: a de seguir o Mestre. Este seguimento do discípulo

pode ser rápido, mas também pode ser lento e pode até ser interrompido. Ao longo da caminhada cristã

podemos necessitar de reforço. O que os apóstolos pedem a Jesus, neste sentido, é uma maior firmeza na

decisão de segui-lo. Jesus, com frequência já havia assinalado para eles uma caminhada difícil. São eles

convidados a tomar a cruz todos os dias, a deixar tudo para seguir o Mestre, renunciando a família e os bens

(cf. Lc 14,26ss). Muitos sentem-se tentados a rever a própria escolha (cf. Jo 6,60). Diante desses desafios

necessitam de uma maior firmeza na fé, por isto pedem: “Senhor, aumenta a nossa fé” (v. 5).

No entanto, os discípulos têm consciência de que essa adesão não é um caminho cômodo e fácil, pois

supõe um compromisso radical, a vitória sobre a própria fragilidade, a coragem de abandonar o comodismo

e o egoísmo para seguir um caminho de exigência. Pedir a Jesus que lhes aumente a fé significa, portanto,

pedir-lhe que lhes acrescente a coragem de fazer uma opção; significa pedir que lhes dê a decisão para

aderirem incondicionalmente à proposta de vida que Jesus lhes veio apresentar.

Inicialmente Jesus faz uma referência a um grão de mostarda. Lembremos que, para uma semente se

desenvolver, faz-se necessário a ação do homem, elemento fundamental para que o pequeno grão venha se

tornar grande árvore. O serviço de lançar a semente na terra exige a disposição para preparar o solo e, ao

mesmo tempo, o cuidado constante para que a semente lançada encontre as condições necessárias para

germinar, crescer e produzir frutos. Assim também com a fé, que é dom de Deus: faz-se necessário cultivá-

la para que ela possa se desenvolver.

Como a semente, que para crescer necessita desse empenho e dedicação do agricultor, exigindo dele

serviço generoso e perseverante, alimentado pela esperança dos futuros frutos, também a fé no coração do

crente deve crescer em vista da salvação, da implantação do Reino de Deus.

Quando Jesus diz sobre a amoreira: “‘Arranca-te daqui e planta-te no mar’, e ela vos obedeceria” (v.

6), dentro do conjunto de ensinamentos do texto, isto insinua não quer insinuar que a fé seja uma força

mágica, utilizada para gestos ou mesmo manifestações fantásticas. Esta imagem utilizada por Jesus quer

mostrar que, com a fé, tudo é possível. O símbolo da amoreira, árvore que atinge até 6 metros de altura, de

raízes profundas, que ninguém consegue desarraigar, serve para dizer que a fé, sendo um dom de Deus,

produz em quem crê, uma verdadeira conversão, pois é capaz de desenraizar o ser humano até mesmo das

situações mais profundas de pecado e conduzi-lo para uma nova situação de vida, talvez impensável

segundo cálculos humanos.

Porém, a fé, acolhida como dom de Deus, exige do crente uma atitude de humildade, por isto, Jesus,

na segunda parte do texto, faz uma alusão ao trabalho realizado pelo servo (v. 7-10). Na verdade, cada

discípulo de Jesus deve assumir de forma perseverante e fiel a sua condição de servo, que reconhece o

serviço prestado aos demais, levando-os ao crescimento.

Estejamos conscientes disso: Somos servos de Deus. O servo está sempre sujeito à vontade de seu

patrão. Não basta servir a Deus durante apenas uma época da vida. Não basta cumprir a vontade de Deus

em algumas realizações e por algum tempo somente, mas toda a nossa vida deve ser consagrada ao serviço

de Deus. A atitude do discípulo fiel deve ser a de quem cumpre o seu papel com humildade, sentindo-se um

servo que apenas fez o que lhe competia. O servo não procura a sua glória, mas somente a alegria de ter

realizado o seu dever.

Jesus educou os seus discípulos para crescer na fé, acreditar e confiar cada vez mais nele, a fim de

que pudessem edificar a própria vida sobre a rocha. Por isso, os próprios apóstolos solicitam: “Aumenta a

nossa fé” (Lc 17, 6). Os discípulos não pedem dons materiais, nem privilégios, mas sim a graça da fé, para

que ela seja a base de tudo e os oriente e os ilumine ao longo da vida. Como de fato, o Senhor atendeu a

esse pedido, pois todos eles acabaram por dar a vida em testemunho supremo da firme adesão a Cristo e aos

seus ensinamentos.

Nós também nos sentimos por vezes enfraquecidos na fé, diante das dificuldades, da carência de

meios e, como os apóstolos, precisamos de mais fé. Ela pode aumentar, mediante nosso pedido assíduo,

com a oração diária e com a prática das boas obras, em nome de Cristo. A nossa fé não pode ficar

adormecida, mas deve reanimar a cada momento, sendo fortalecida pela prática da oração. A oração é o

respiro da fé: numa relação de confiança, de amor, não pode faltar o diálogo, e a oração é o diálogo da alma

com Deus.

Quem reza caminha como um peregrino que busca a luz, entra na vontade de Deus. Em alguns

momentos, quando estamos na noite longa do sofrimento e do ódio erigido contra nós, pode acontecer nossa

súplica: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste” (Mc 15,34). É uma oração, um grito de fé para

Deus. É o grito de Jesus na Cruz, um grito de abandono filial à única vontade do Pai. Enquanto rezava no

Gólgota, Jesus disse: “Abba, Pai, tudo te é possível; afasta de mim este cálice! Contudo, não se faça o que eu

quero, senão o que tu queres” (Mc 14,36). Estar em oração é olhar para Deus e deixar-se olhar por Ele, é

procurar Deus e deixá-lo mostrar o seu rosto e revelar a sua vontade. Na oração é Deus que fala e nós

escutamos atentamente nos colocando em busca da sua vontade. É nestes momentos de provação que

precisamos que ele reanime a nossa fé.

Que possamos sempre lembrar de pedir: “Senhor, eu creio, mas aumentai a minha fé”. Sempre que

uma dificuldade bater à nossa porta, ou mediante uma situação de perigo, quando estivermos fracos, diante

da dor, das dificuldades, peçamos em oração esse acréscimo de fé: “Senhor, aumentai a minha fé”. O

pedido dos Apóstolos a Jesus “aumenta a nossa fé” é uma bela oração também para nós pois, para aquele

que tem fé, tudo é possível. E principalmente, quando alguma dificuldade surgir, tenhamos força, fé e

humildade para acolher a mão de Jesus, que vem nos levantar sempre.

A fé á um dom gratuito de Deus ao homem e para viver, crescer e perseverar na fé, é necessário que

cada cristão procure se alimentar da Palavra de Deus. A nossa fé precisa ser sustentada pela esperança e

permanecer enraizada na fé da Igreja (cf. CIgC 162). Somente pela luz da fé e pela meditação da Palavra de

Deus é possível sempre e por toda parte proclamar as maravilhas do Senhor.

Saibamos olhar com esperança para o futuro e vivamos com coragem os valores do Evangelho, para

fazer resplandecer a luz do bem. Com a força da fé tudo é possível! Que o Cristo venha em nosso auxílio e

alimente em cada um de nós o desejo de proclamar, com as palavras e as obras, a sua presença e o seu amor

e que possamos viver com coragem os valores do evangelho, para fazer resplandecer a luz do bem. Assim

seja.

D. Anselmo Chagas de Paiva, OSB

Mosteiro de São Bento/RJ

Última modificação em Sex, 30 de Setembro de 2016 13:21
 
Fé e fidelidade PDF Imprimir E-mail
Escrito por Info SBC Informativo   
Qua, 28 de Setembro de 2016 14:18

Fé em Deus, mas fé também nas pessoas. Em tempo de eleições municipais, só podemos acreditar num candidato se ele apresenta fidelidade nas atitudes normais na sua vida. Fidelidade no que diz, no que pensa e no que faz. Diz a Sagrada Escritura assim: “quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes, e quem é injusto nas pequenas também é injusto nas grandes” (Lc 16,10).

A fé é adesão firme em Deus, porque Ele é fiel. Acreditar no outro supõe que ele também seja fiel. Nisso está a identidade do voto, da confiança depositada no candidato que a gente escolhe. Ele não pode ser incoerente e irresponsável na administração que ora está assumindo. A prática que temos visto, nos últimos tempos, não tem sido essa da parte de muitas das nossas lideranças políticas.

Não podemos permitir que o direito e as pessoas justas sejam pisados pelas lideranças inescrupulosas. Na seara dos políticos encontramos candidatos honestos e preocupados com o bem popular e vão trabalhar para isso. Mas também sabemos dos carreiristas e despreparados para uma função pública de responsabilidade. Não é fácil fazer um verdadeiro discernimento na hora da escolha!

Os brasileiros não estão muito confiantes na ação política. Os vexamos que aparecem levam a um total descrédito, a ponto de dizer que um novo Brasil é impossível de acontecer. Na verdade, falta fé, porque falta fidelidade da parte daqueles que deveriam ser modelos de coerência. Muitos eleitores preferiam não votar em ninguém, porque são muitas as decepções no mundo político.

Um administrador autêntico faz aquilo que deveria fazer, não atribuindo a si mesmo o mérito do que fez, porque faz parte do seu ofício. É normal a aplicação correta dos orçamentos previstos. Anormal seria desviar a finalidade orçamentária para privilegiar determinados grupos ou a interesses particulares. É por isso que a lei de responsabilidade fiscal precisa ser colocada em prática.

Ser mesmo fiel à fé cristã significa criar espírito de serviço ao próximo, de disponibilidade na execução dos bens da natureza, privilegiando mais a coisa pública do que vantagens pessoais. Nunca achar que está fazendo demais para os outros. Essas dicas são fundamentais para quem investe na ação política, colocando sua vida a serviço de um povo ou de uma comunidade.

Dom Paulo Mendes Peixoto

Arcebispo de Uberaba.

 
Ação Com Limite PDF Imprimir E-mail
Escrito por Info SBC Informativo   
Ter, 21 de Julho de 2015 11:41

A sociedade brasileira redefine seus Planos Estaduais e Municipais de Educação para os próximos dez anos.

Clique aqui para baixar o informativo...

 
<< Início < Anterior 1 2 Próximo > Fim >>

JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL